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Está preparando a nova safra de soja? Veja 2 técnicas para reduzir custos e elevar produção

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Pesquisas inovadoras trouxeram aos sojicultores dois tipos de manejo que prometem melhorar a nutrição do solo e consequentemente a produtividade. De quebra ainda é possível diminuir o uso de agroquímicos e os custos

Daniel Popov, de São Paulo
Boa parte dos nutrientes usados pelos produtores brasileiros para corrigir a falta de fertilidade de seus solos são importados e cotados em dólar, o que pode encarecer muito os custos da safra. Com o intuito de diminuir esta dependência, os custos e ampliar tanto a durabilidade da fertilidade na terra, como a produtividade, pesquisadores trouxeram duas alternativas que podem revolucionar o manejo do campo. Conheça cada uma delas:

Pó de rocha

O Brasil possui solos muito pobres de nutrientes, por serem bastante explorados pela agricultura e também porque, em geral, são muito lixiviados. Para compensar este gargalo os produtores gastam bastante dinheiro anualmente com fertilizantes e isso impacta diretamente na margem de lucro do produtor. É ai que entram os remineralizadores, ou como são popularmente conhecidos, o pó de rocha, que se trata de uma rocha moída e peneirada que tem a função de melhorar a qualidade física e química do solo. “A rochagem não vem para substituir os fertilizantes, mas para complementar, reduzindo os custos”, garante Martins.

O pesquisador explica que os remineralizadores não podem ser substitutos dos fertilizantes químicos, o conhecido NPK (Nitrogênio, Fósforo, Potássio) por não possuírem todos estes nutrientes em sua composição. “As rochas têm um teor de nutrientes baixo, um exemplo é o potássio que na média possui apenas 10% de óxido de potássio, ou seja, precisamos de mais pó para compensar isso”, frisa ele. “A vantagem é que esse pó fica na terra e não é levado junto com a água de chuva, como os fertilizantes químicos.”

O principal benefício desta matéria-prima seria a sua abundância em território nacional, já que rochas com propriedades para fertilizar existem em praticamente todas as regiões, com indústrias suficientes para fazer esta transformação.
O próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconheceu os benefícios desta técnica e normatizou em março deste ano a produção, o registro e comércio dos remineralizadores. “Para poder comercializar o pó de rocha, as empresas precisam se adequar as exigências técnicas do Mapa, com testes que garantem a eficiência agronômica do produto”, conta Martins.

Martins explica que a própria Embrapa já possui um estudo a respeito há pelo menos 16 anos, com testes de recomendação de uso desse insumo, e algumas empresas parceiras deste estudo já devem lançar seus produtos no mercado brasileiro até o final deste ano. “Toda a vez que a Embrapa se envolve em uma pesquisa como essa, precisamos chegar ao final com o resultado e uma recomendação de uso”, conta o pesquisador. “ Temos que dizer qual a dosagem do produto, a forma de aplicação com auxilio de outras fontes de nutrientes, qual o manejo do insumo para determinada cultura e como o produto responde.”

No levantamento da instituição, a comercialização do pó de rocha compensa desde que a fonte dos recursos não esteja há mais de 300 quilômetros de distancia da propriedade rural. “A quantidade de pó de rocha usada nas lavouras é bem maior que a quantidade de fertilizantes químicos, então para compensar financeiramente avaliamos a distancia do polo de distribuição até a fazenda, levando em consideração o calculo do frete e o custo da mina”, afirma Martins.

Ele destaca ainda que reconstruir o solo é algo novo no Brasil, já que o pó de rocha fica na terra e se transforma no solo no futuro. “O potencial é grande, mas ainda estamos no começo da pesquisa para a compreensão do que acontecerá no longo prazo”, conta ele. “Com a rochagem o produtor vai economizar cada vez mais com o uso excessivo de fertilizantes químicos e o solo ficará ainda mais eficiente.”

O próprio Mapa ressaltou que uma das maiores vantagens do pó de rocha é a disponibilidade em abundância e o baixo custo. Uma tonelada de fertilizante mineral tem custo médio de R$ 1,5 mil, enquanto a mesma quantidade de remineralizador custa R$ 200 a 300, levando-se em conta despesas com taxa de aplicação e frete. “É claro que se usa bem mais pós de rocha do que os tradicionais, mas a vantagem é que não é preciso aplicar o pó de rocha todo o ano”, garante o pesquisador da Embrapa.

Agricultura fermentativa

Em tempos de equações complicadas, como as atuais, algumas técnicas milenares voltam a ser estudadas por engenheiros agrônomos e pesquisadores. Uma delas é a agricultura fermentativa, que é o processo de repovoar o solo com microrganismos, trazendo consigo os nutrientes necessários para as plantas.

Os processos fermentativos na agricultura são usados há 1500 anos em países como a China, Japão e Índia e ocorrem com a reprodução e reintrodução destes microrganismos para recuperar solos degradados ou com baixo índice de nutrientes. Segundo o engenheiro agrônomo, Cassiano Ricardo Niero Mendes, com o uso desta técnica é possível economizar mais de 20% com a compra de agroquímicos e obter um ganho na produtividade de 7%, no primeiro ano de aplicação.

Segundo ele, o mais importante é que o valor para introduzir a técnica na propriedade custa pouco e traz benefícios importantes ao solo, como a volta de nutrientes e saudabilidade. “Um solo cheio de nutrientes e com saúde, gera uma planta muito mais resistente a pragas e ao clima, de melhor qualidade e com boa produtividade”, garante Mendes.

Qualquer propriedade pode aplicar esta técnica desde as pequenas até as com milhares de hectares.Mendes explica que o processo de fermentação é instalado na fazenda e é de fácil manuseio. “Na verdade os gastos iniciais são com a montagem dos tanques para fermentação, tanto os aeróbicos, com uso de oxigênio, quanto dos Anaeróbicos, sem oxigênio”, explica.

Fermentadores Aeróbicos, montados em uma fazenda
Fermentadores Aeróbicos, montados em uma fazenda do Mato Grosso

Outra vantagem é a captação das bactérias necessárias para o processo, que podem ser captadas em matas nativas próximas as fazendas. A identificação é feita pelas cores dos microrganismos, os claros tendem a ser benéficos e os escuros são ruins. Ressaltando que cada cor possui um uso específico. “A coleta de bactérias é realizada em dias de chuvas, com armadilhas colocadas dentro de florestas próximas. Isso garante que os microrganismos locais se adaptem bem ao processo”, conta.

Por fim, Mendes explica que esta técnica vem para agregar e não para substituir os agroquímicos e sua aplicação é feita da mesma maneira. “A aplicação é realizada da mesma maneira que os agroquímicos, que continuarão sendo usados”, frisa o agrônomo. “Depois de uma analise de nutrientes de solo, os agricultores usarão somente o agroquímico necessário para complementar e não mais indiscriminadamente.”

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Com possível influência da Momo, menino de quatro anos corta os pulsos em Goioerê-Pr

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O comportamento estranho de um menino de quatro anos, morador do Jardim Curitiba, em Goioerê, chamou a atenção da família. Primeiro o garoto tentou cortar os dois pulsos com uma faca, causando ferimentos. Depois o menino agarrou o pescoço do pai com muita força, em uma tentativa de enforcá-lo. O fato aconteceu a poucos dias.

 Na tentativa de descobrir o que estava acontecendo, a família começou a observar os hábitos do menino, chegando à conclusão que poderia ser influência de vídeos que o menino assistia através do site youtube, no telefone celular.
  Depois disso houve o alerta que vídeos de conteúdo infantil são interrompidos pela Boneca Momo, com cenas que ensinam a prática do suicídio às crianças. Apesar de a criança não falar, os pais do menino de Goioerê acreditam que foi isso que o incentivou a cortar os pulsos.
  Não realizado nenhum procedimento para relatar o episódio do garoto de Goioerê, mas os pais fazem o alerta já que o comportamento do filho é compatível com denúncias apresentadas, como o do site da revista Crescer, na última sexta-feira: “Imagens aleatórias da Momo estão aparecendo em vídeos infantis populares na internet. A personagem interrompe a exibição com mensagens assustadoras como o que uma criança deve fazer para se suicidar”.
    A personagem, criada a partir de uma escultura de um artista plástico japonês, tem olhos esbugalhados, pele pálida e sorriso sinistro e ficou conhecida depois que um vídeo chamado “Desafio Momo” viralizou na internet no ano passado.

Goionews: Todo mundo lê!

Fonte: http://www.cianorteagora.com.br/noticia/10230?fbclid=IwAR39Dq-6TM57hJsawbLWgNPPOcVs1tnpnImE03GPGypiwP_5BmprtZWEaBw

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TURISMO – O empresário que quer transformar Olímpia, em SP, na ´Orlando brasileira`

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Entre as novas atrações da cidade, está o Parque dos Dinossauros, que deve abrir no primeiro semestre de 2019 com investimento de 15 milhões de reais.

Um dos brinquedos do Vale dos Dinossauros, que será aberto em Olímpia, SP (Grupo Natos/Divulgação)?

Dinossauros gigantes, bar de gelo e museu de cera são algumas das atrações voltadas a transformar a Estância Turística de Olímpia, no interior de São Paulo, na Orlando brasileira. Os empreendimentos são iniciativa de Rafael Almeida, empresário do ramo de construção e mercado imobiliário, para garantir visitas à cidade durante todo o ano – e encher os quartos de hotel do seu grupo, Natos.

A cidade paulista, com apenas 54 mil habitantes, recebe cerca de 3 milhões de turistas todos os anos. A maior parte dos turistas brasileiros se dirige ao Thermas dos Laranjais, o 5º maior parque de águas termais do mundo. Já a cidade do Mickey Mouse na FlóridaEstados Unidos, recebeu mais de 72 milhões de turistas em 2017.

O parque tem mais de 300 mil metros quadrados reúnem cerca de 50 atrações como complexos de toboáguas, piscina de surfe, duas praias artificiais, rio de correnteza e parque infantil, além da única montanha-russa aquática do Brasil. Todos os brinquedos são abastecidos com água quente natural.

Recentemente, inaugurou um complexo de toboáguas, chamado Lendário (veja matéria completa no final),com um investimento de milhões de reais. Até 2021, o plano é inaugurar 40 novas atrações em uma área anexa de 70 hectares, três vezes o tamanho atual do parque.

Entre as novas atrações trazidas pelo empresário para a cidade, está o Parque dos Dinossauros, que deve abrir no primeiro semestre de 2019 e terá investimento de 15 milhões de reais. São 32 réplicas dinossauros animadas.

O Museu de Cera terá cerca de 100 estátuas, que são confeccionadas nos Estados Unidos e Inglaterra a partir das medidas dos famosos. No Dreams Ice Bar (Bar de Gelo), a temperatura será de -10ºC, para manter as 50 toneladas de gelo usadas na decoração.

Brinquedo “Lendário” do parque Thermas dos Laranjais, em Olímpia, SP (Grupo Natos/Divulgação)

Sem camas

Antes de pensar nas novas atraçõesRafael Almeida e outros empresários da cidade precisaram solucionar um outro problema. Não havia quartos de hotel para todos os visitantes. Em 2002, a cidade tinha 687 leitos.

O Grupo Natos, presidido por Almeida e formado por três grupos incorporadores, W Palmerston, Griffe Investimentos e ABL Prime, tentou resolver a questão. Com faturamento estimado de 220 milhões de reais em 2019, os investimentos da companhia são superiores a 1 bilhão de reais, relacionado à construção de três resorts em Olímpia até 2021.

Um dos empreendimentos Enjoy, já está em operação e os outros, Solar das Águas Park Resort Olímpia Park Resort. Juntos, o Enjoy e o Solar terão capacidade para receber até 10 mil hóspedes.

Inspirados no modelo que é usado em Caldas Novas, cidade em Goiás conhecida por águas termais, o grupo investe em complexos multipropriedade. Diferente da operação de um hotel, a propriedade é vendida para visitantes ou investidores. Nesse caso, para vários proprietários diferentes, cada um com direito a ocupar o local por um mês durante o ano.

construção dos empreendimentos foi necessária para que o parque aquático pudesse continuar crescendo. A inauguração de três grandes resorts em 2018, não apenas do grupo Natos, ampliou a capacidade hoteleira do município de 9.906 leitos para 17.742 leitos de hospedagem no ano.

A cidade, hoje, tem capacidade para receber 5 milhões de turistas por ano. “Agora a rede hoteleira chegou, não corremos mais risco”, afirma Rafael Almeida.

Em 2018, 2,6 milhões de turistas ficaram hospedados na cidade de Olímpia, aumento de 29% em relação à ocupação de 2017. São 167 mil pessoas por mês em média, mais de três vezes a população da cidade.

Fachada – Enjoy Olímpia Park Resort (Grupo Natos/Divulgação)

Atrações para o inverno

Agora, o obstáculo é outro. Como o principal atrativo da cidade de Olímpia é o parque aquático, o desafio é conquistar turistas durante todo o ano, não apenas no verão, e ocupar todos os novos imóveis e quartos de hotel. O desafio também é tornar a cidade interessante para viajantes diferentes, já que o principal público do parquesão famílias com crianças pequenas.

Almeida entrou em contato com alguns grupos de parques para trazer suas operações para a  cidade. “Tentamos levar o Playcenter e o Parque da Mônica, mas com a crise não tivemos o financiamento necessário para isso”, afirma ele.

Em 2018, firmou uma parceria com o Grupo Dreams, que tem atrações em Gramado, no Rio Grande do Sul, para trazer novos parques, museus e empreendimentos para Olímpia.

grupo gaúcho possui cinco atrações na Serra Gaúcha (Hollywood Dream Cars, Dreamland Museu de Cera, Harley Moto Show e Vale dos Dinossauros), além de atrações em Foz do Iguaçu, Caldas Novas/GO, Aparecida/SP, Cancun, no México, e Boston, nos Estados Unidos

Dreams terá 51% de participação e dos resultados dos novos empreendimentos, enquanto Almeida e outros dois investidores ficarão com 49%.

“Olímpia precisa de outros atrativos além das águas termais. Estamos trabalhando para que a cidade se torne um destino turístico importante”, afirma o gerente de projetos do Grupo Dreams, Ícara Pereira Cardoso.

Almeida também possui outros empreendimentos na cidade. É franqueado das redes de alimentação Burger King Rock and Ribs, que deverá inaugurar este ano. Também traz atrações temporárias, como pista de patinação no gelo e brinquedos infláveis.

Mercado pequeno

mercado de turismo e de parques de diversão no Brasil ainda é pouco desenvolvido no Brasil.

Significativamente menor que o mercado norte-americano, o país também fica atrás de outros pares na América Latina, como o México, que atrai turistas para Cancun, no Caribe, Guatemala ou Chile, diz Francisco Donatiello Neto, diretor da Adibra – Associação dos Parques de Diversões do Brasil.

Há poucos grandes parques, como o Beach Park no Ceará, o Beto Carrero em Santa Catarina e o Wet ´n Wild, em São Paulo. Não é um setor fácil de operar. O Hopi Hari está em recuperação judicial e o Playcenter fechou as portas em 2012.

Donatiello acredita que a construção de uma forte rede hoteleira ao redor desses parques, bem como a abertura de outras atrações, podem ajudar no crescimento do segmento.

Durante a crise econômica no Brasil, muitos turistas deixaram de ir ao exterior e passaram a viajar com mais frequência pelo Brasil.

Agora, com a volta do crescimento econômico, AlmeidaCEO do grupo Natos, acredita que o mercado deve se desenvolver ainda mais. “Claro que muitos voltam a viajar para fora, mas pessoas que estavam desempregadas ou com pouca confiança passam a viajar”, diz.
(Fonte: Exame/Abril março 2019)

Praia artificial no parque Thermas dos Laranjais, em Olímpia, SP (Marco Ankosqui/Grupo Natos/Divulgação)


VEJA ABAIXO MATÉRIA COMPLETA COM VÍDEO DA INAUGURAÇÃO DO LENDÁRIO EM OLÍMPIA…

THERMAS DOS LARANJAIS lança o Lendário, maior complexo de toboáguas radicais do Brasil
https://www.olimpia24horas.com.br/noticias/thermas-dos-laranjais-lanca-o-lendario-maior-complexo-de-toboaguas-radicais-do-brasil/0/15381

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Firman convenio para utilizar nuevo sistema de trazabilidad en sector cárnico

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Asunción, IP.- Autoridades de instituciones del sector público y privado firmaron este lunes un convenio de cooperación interinstitucional con el fin de fortalecer la trazabilidad del sector de la carne a través de un nuevo sistema que mejorará la competitividad del sector e incorporará variables socio ambientales como valor agregado para los mercados internacionales.

El objetivo del convenio es elaborar un programa piloto de identificación individual de animales, basado en un sistema informático alineado al concepto de “Blockchain”, tecnología que permite la transferencia de datos digitales con una codificación muy sofisticada y de una manera completamente segura.

El sistema realizará la verificación sostenible del ciclo productivo y de proceso desde el productor hasta el consumidor final e implementar dicho sistema a través de los productores inscriptos en el Sistema de Trazabilidad del Paraguay (Sitrap).

Con la firma de convenio entre el ministro de de Agricultura y Ganadería, Denis Lichi, el ministro del Ambiente y Desarrollo Sostenible, César Oviedo, el presidente del Servicio Nacional de Calidad y Salud Animal, José Carlos Martin, la presidenta del Instituto Forestal Nacional, Cristina Goralewski, el presidente de la Asociación Rural del Paraguay, Luis Villasanti y el presidente de la Cámara Paraguaya de Carnes, Juan Pettengil se resalta la alianza estratégica entre el sector público y privado y se reafirma el compromiso de las partes para facilitar información precisa en el sistema alineado a la Ley de Acceso a la Información Pública.

El sistema permitirá aumentar la transparencia y trazabilidad en la gestión de las cadenas de suministro del sector cárnico y fortalecer el manejo de la información para la gestión del hato ganadero.

Además, la implementación posibilitará la incorporación de variables ambientales y sociales al sector que es importante para la sustentabilidad del sector y para crear valor agregado para los mercados más exigentes y de mejores precios a nivel internacional.

El Plan de trabajo tendrá el apoyo financiero de la Corporación Financiera Internacional (IFC), entidad del Grupo Banco Mundial, IFC es una organización de la Corporación Financiera Internacional de desarrollo dedicada exclusivamente al sector privado en los países en desarrollo. IFC será responsable de la gestión administrativa y supervisión del equipo técnico.

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