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Foz de Iguazú

Inteligência artificial vai proteger defensores de direitos humanos

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Existe um interesse maior na utilização de dados para não somente acompanhar, mas reportar as ameaças a quem se dedica à defesa dos direitos humanos

OEscritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos e a empresa digital de dados, Dataminr, lançaram uma iniciativa para identificar ataques contra defensores de direitos humanos e proteger os trabalhadores do setor. A parceria, que utiliza a inteligência artificial, quer monitorar riscos e ameaças a ativistas, jornalistas, advogados e trabalhadores na área de direitos humanos.

De acordo com a Unidade de Indicadores e Dados do Escritório de Direitos Humanos, existe um interesse maior na utilização de dados para não somente acompanhar, mas reportar as ameaças a quem se dedica à defesa dos direitos humanos em todo o globo.
Antes da parceria, a coleta de dados sobre ameaças e ataques aos profissionais do setor era um grande desafio. Sem informações não é possível compilar relatórios e documentar os riscos enfrentados pelos defensores.

O estatístico da agência da ONU, Marc Titus Cebreros, contou que documentos públicos, às vezes, podem ser confusos. Ele citou exemplos de artigos sobre o mesmo ataque e que ilustram dados e informações contraditórias.

Cebreros e interlocutores costumam se guiar por monitoramento no campo, reportagens da imprensa e até buscas no Google sobre nomes, incidentes e outras informações. Mas para ele, este não pode ser um trabalho manual devido à quantidade de incidentes como assassinatos, sequestros, ameaças e outras ações.

A parceria com a empresa Dataminr, que detecta riscos e sinais de eventos que podem se tornar uma ameaça, também utiliza dados públicos à disposição na internet. E a colaboração tem sido testada, há alguns anos, desde uma outra iniciativa do secretário-geral António Guterres sobre inovação.

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